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Pare

Enquanto é tempo. Mais será que ainda dá?

Na verdade, a gente devia ter parado há muito tempo. Logo na primeira hora, quando o português inicial abordou o índio original. Diante dos espelhinhos reluzentes, este poderia ter respondido àquele: - No, thanks. Além de antecipadamente bilíngue, seria um eticamente excelente ponto de partida para o que se chamaria Brazil - ops, Brasil.

Outras oportunidades de parar vieram e não aproveitamos. Na independência, ante aquele arranjo que se de um lado continha as arrogantes cortes de Lisboa mas por outro mantinha aqui um dos seus principais representantes, poderíamos ter dito: - Peraí, Pedro. Para tudo e vamos organizar essa soberania direito.

Muito antes disso, quando D. João III inventou aquelas que seriam a semente de tanto patrimonialismo no futuro Brasil - as tais Capitanias Hereditárias - algum conselheiro real, se não por interesse próprio ao menos por algum desconfiômetro natural, poderia ter tido: - Para, meu rey. Além de não dar certo, iss…

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